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Correio Braziliense

A bola vermelha da bandeira do Japão parece traduzir um alerta permanente desse país — tão repleto de signos, cerimônias e significados — contra as constantes intempéries da natureza que teimam em atingir o pequeno território. Isso sem falar dos bestiais vacilos humanos contra sua civilização.

Visitar o Japão é conviver com uma história milenar de tradição, superação e busca da modernidade. Não dá para esquecer aquele país do pós-guerra, total e literalmente arrasado por duas bombas nucleares jogadas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki em 1945. Impossível apagar esse pesadelo de nossas memórias.

Também é difícil esquecer que, em 11 de março deste ano, um terremoto com magnitude de 8,9 graus na escala Richter destruiu parte do norte do território japonês. O fenômeno ainda gerou um tsunami arrasador, que atingiu a usina nuclear de Fukushima, revelando certa fragilidade no manuseio desse tipo de energia. A terceira economia do mundo (atrás dos Estados Unidos e da China) tornou-se ainda mais frágil; o mundo ficou assustado e o povo japonês buscou saída no trabalho árduo e no tradicional silêncio zen.

Seis meses após o abalo sísmico, quem chega ao aeroporto de Narita para visitar Tóquio, depois de uma viagem que dura cerca de 30 horas, encontra um país que ainda padece por conta de uma longa crise econômica, mas onde o povo vive e produz normalmente. Estradas e cidades foram reconstruídas. Segundo informações do jornal Nikkei, a produção global das montadoras japonesas deve somar quase 23 milhões de veículos no ano fiscal de 2011, volume muito próximo do recorde atingido em 2007. Ainda segundo a reportagem, Toyota, Nissan, Mitsubishi e Honda pretendem fabricar mais de 13 milhões de veículos no segundo semestre do atual ano fiscal, que vai de outubro a março de 2012... Leia Mais

Blog do Turiba

Irasshaimasê!

Tokio é uma cidade muito grande para se conhecer plenamente em apenas 10 dias de visita. Por isso, curta ao máximo o que for possível dentro do seu roteiro e aquilo que estiver no caminho dos objetivos da sua viagem.
No nosso caso, estivemos lá para filmar cenas e entrevistas para o documentário "Samba no Japão", produção de Maxtunay França, da agência IN9, custeado pelo FAC-DF. Éramos quatro: além do diretor-produtor, o repórter-cinematográfico sergipano Luis Carlos Costa, a cantora de samba japonesa Masako Tanaka, a Mako, nossa intérprete, que mora no Rio e participa do grupo "Mulheres de Chico", e este que vos escreve, repórter do projeto.

Nosso hotel em Asakusa teve localização estratégica: próximo da estação do metrô, perto do rio Sumidagawa e a duas quadras do grande parque onde se localizam pelo menos cinco templos budistas do grande shogun Tokugawa. O templo de Sensoji, também conhecido como Asakusa Kannon, foi fundado no ano 645, sendo o mais antigo de Tóquio com 1300 anos de existência. Cada ano, cerca de 20 milhões de pessoas visitam esse templo, construído em homenagem à deusa Kannon.

A Kaminarimon (Porta do Trovão) dá acesso à rua Nakamise Dori, um bulevar comercial com mais de 90 pontos-de-venda que leva o visitante até Hozomon (Porta do Tesouro), a entrada principal do templo. Nessa via comercial, você poderá comprar uma infinidade de produtos típicos, tais como: osembe (o famoso biscoito japonês), hachimaki (fita típica para a cabeça), kimonos e souvenires dos mais variados tipos.

No recinto do templo de Sensoji, também poderá ver o O-koro, um grande incensório. De acordo com a tradição, a fumaça desse incensório fortalece os fracos e cura os doentes. Se sobrar um tempinho, aproveite para ver o Demboin, um verdadeiro oásis de tranqüilidade e espiritualidade em forma de jardim. O parque é lindo, repleto de flores e de belos recantos, bem cuidado ao extremo e com imagens de Budas aqui e ali. Tudo nesse parque celebra a paz e o bem-estar entre os humanos. É o espaço mais tradicional na capital japonesa...Leia Mais

Revista Plano Brasilia

A filmagem ficou por conta de Maxtunay da agência in9Comunicação e o apoio cultural foi dado pelo Jorge Ferreira do Feitiço Mineiro, onde Noel tem assentamento... Leia Mais